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	<title>Direito - Editora Itacaiúnas</title>
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	<description>Divulgando conhecimento</description>
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	<title>Direito - Editora Itacaiúnas</title>
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	<item>
		<title>A democracia e as instituições de estado: como os três poderes fortalecem ou enfraquecem o sistema democrático brasileiro</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/a-democracia-e-as-instituicoes-de-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 22:02:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pablo Oliva Souza<br />
ISBN: 978-85-9535-363-3<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-363-3<br />
Ano: 2025</p>
<p>Baixe Gratuitamente:<br />
[download id="35502"]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A questão que se propõe a dialogar no presente ensaio jurídico é o liame entre a democracia e as instituições públicas, representadas na sociedade contemporânea pela tríade de poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Até que ponto o aparelho democrático de governo pode ser robustecido ou esvaziado com as instituições vigentes. O objetivo da pesquisa deste artigo centra-se em como as instituições públicas, reunidas na tríade de poderes constituídos, têm relevante papel em um futuro de sucesso ou em um prólogo de fracasso, do sistema político democrático. A metodologia que se utilizou nesta pesquisa é a do método dedutivo; quantos aos meios a pesquisa lançou-se mão do estudo bibliográfico, com o uso da doutrina e legislação vigente.</p>
<p>(O autor)</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Direito, poder simbólico e literatura: uma leitura kafkiana do campo jurídico e sua relação com o saber e poder fabricados nas relações jurídicas que impedem o acesso à justiça</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/direito-poder-simbolico-literatura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 19:15:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Daniele Martins Lima e Delmo Mattos<br />
ISBN: 978-65-89910-94-7   (Ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-disilit<br />
60 páginas<br />
Ano 2022</p>
<p><strong>[download id="16981"]</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><!-- loja_mapas --><ins class="adsbygoogle" style="display: block;" data-ad-client="ca-pub-4727509215555549" data-ad-slot="2264389547" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins><br />
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que na obra O Processo, de Franz Kafka, as relações de poder no campo jurídico são produzidas de forma a dificultar o acesso à justiça do personagem principal, situação comum a realidade que se vive atualmente por muitos que recorrem ao Judiciário. Portanto, as relações jurídicas apresentadas na narrativa são permeadas de um discurso de poder e dominação. O presente trabalho pretende analisar, a partir de O Processo, as relações de poder e saber fabricadas nas relações jurídicas que impedem o acesso à justiça. Para isso, apresenta-se a questão do acesso à justiça sob a ótica de Cappelletti. Logo depois, identifica-se os jogos de poder que delineiam o campo jurídico nos dias atuais e a relação entre “leigos” e profissionais do Direito. E, finalmente, observa-se como O Processo aborda questões relativas ao acesso à justiça e relações de poder no campo jurídico que permeiam o que a sociedade expressa atualmente. Desse modo, utiliza-se o método hipotético-dedutivo, tratando-se de uma pesquisa exploratória, com levantamento bibliográfico sobre o tema, e utilizando, principalmente, estudos de Pierre Bourdieu e Mauro Cappelletti sobre o assunto. Tal estudo revelou-se importante pois, ao analisar tais relações de poder e saber sob a ótica kafkiana, levantado questionamentos sobre a arbitrariedade na aplicação de certos discursos e sobre o acesso à justiça, buscou-se contribuir para os campos das pesquisas sociológica, jurídica e literária que estudam tal matéria. Afere-se, então, que as relações jurídicas apresentadas no enredo em questão são compostas de um discurso do poder e segregação daqueles que não fazem parte do campo jurídico, dificultando o acesso à justiça.</p>
<p>(Os autores)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As raízes históricas do instituto da propriedade privada da terra no Brasil como alicerces da injustiça social: uma análise sincrônica e diacrônica das suas bases legislativas desde a implementação do modelo sesmarial até a sua mercantilização com a Lei de Terras de 1850</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/raizes-historicas-do-instituto-da-propriedade-privada-da-terra-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 19:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vanessa dos Santos Moura<br />
ISBN: 978-65-89910-36-7  (Ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-arhist<br />
150 páginas<br />
Ano 2021</p>
<p>[download id="15061"]</p>
<p>&#160;</p>
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]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A presente obra versa sobre o tema da propriedade privada da terra no Brasil e tem como temática a construção histórica do conceito moderno de propriedade privada da terra brasileiro. O objetivo geral da pesquisa consiste em compreender, através da análise de fontes legislativas e documentais, e tendo em vista a presença de sincronias e diacronias no acontecer da tradição, como se deu a construção do conceito de propriedade privada da terra no Brasil no período que vai de 1530 a 1850. Tal período foi escolhido por abranger, numa ponta, as primeiras legislações que impuseram, a partir da Metrópole, o padrão de ocupação de terra no Brasil, e estende-se até o marco legislativo da sua mercantilização, que se deu com o advento da Lei de Terras de 1850. Pretende-se, através de um longo recuo, “tramar” uma narrativa que abarque a sincronia e a diacronia do movimento legislativo que regulou a ocupação da terra em solo brasileiro, tendo em mente que desde a invasão, passando pela conquista, até os dias de hoje, a história brasileira é atravessada por relações de dominação violentas e que são, o mais das vezes, institucionalizadas. A pergunta que se quer responder é: numa análise sincrônica e diacrônica, quais são os elementos de permanência e ruptura que podem ser reconhecidos nas fontes legislativas (compreendidas entre 1530 e 1850) que regularam a ocupação da terra no Brasil e conformaram o conceito de propriedade privada da terra? A hipótese de trabalho compreende a ideia de que a conformação da tradição do conceito de propriedade privada só pode ser desvelada contemplando a diacronia e a sincronia, pois tanto os elementos de permanência, que duplamente explicam e justificam o recuo à Roma, ao Medievo e à formação do Estado Moderno europeu, como os de ruptura, que mercantilizaram e inauguraram uma nova forma de acesso à terra, são indispensáveis na construção histórica do conceito moderno de propriedade privada da terra no Brasil. A pesquisa fundamenta-se no método da longa duração e consiste em uma análise qualitativa de fontes legislativas e documentais. Os resultados da pesquisa mostram que a construção do conceito de propriedade privada da terra no Brasil está ligada ao favorecimento — desde o fatiamento do território de Pindorama com a distribuição das capitanias hereditárias através do instituto das sesmarias, até o advento da Lei de Terras de 1850, que inaugurou um novo sentido ao conceito de terra devoluta e mercantilizou a terra através do instituto da compra e venda — das classes hegemônicas, sacralizando um determinado tipo de propriedade, bem como alija os setores pauperizados do acesso à terra, tornando-se um dos alicerces da injustiça social. Conclui-se que o estudo das raízes históricas do instituto da propriedade privada da terra no Brasil pode auxiliar na compreensão — e consequente combate — das injustiças sociais.</p>
<p style="text-align: right;">A organizadora</p>
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			</item>
		<item>
		<title>JUSTIÇA AMBIENTAL E A TUTELA DO MEIO AMBIENTE: UMA ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA NO CASO DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA EM RIO GRANDE/RS</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/justica-ambiental-e-a-tutela-do-meio-ambiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 20:44:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vanessa dos Santos Moura<br />
ISBN: 978-65-89910-24-4  (Ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-jusamb<br />
108 páginas<br />
Ano 2021</p>
<p>[download id="15112"]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O presente trabalho tem como proposta fundamental demonstrar a importância do instrumento Termo de Ajustamento de Conduta na tutela do ar atmosférico por meio da análise da atuação extrajudicial da Primeira Promotoria de Justiça Especializada do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul na negociação e posterior firmatura de Compromisso que culminou com a implantação da Torre de Monitoramento da Qualidade do Ar instalada no Município do Rio Grande/RS. O problema de pesquisa girou em torno de perceber tal instalação como verdadeira medida de justiça ambiental a que minorada a deterioração da qualidade do ar atmosférico da municipalidade em razão da poluição produzida pelas indústrias de fertilizantes locais. Com base neste questionamento, este trabalho buscou subsídios, por intermédio da análise de determinada situação micro/local (i.e., do Município/Comarca do Rio Grande), para pensar o problema da poluição em escala maior.<br />
Por primeiro, situou-se o Município do Rio Grande relativamente ao problema da poluição do ar. Por segundo, localizou-se a Comarca do Rio Grande no concernente ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul. Por terceiro, examinou-se conceitualmente o termo de ajustamento de conduta e apresentou-se o Ajustamento levado a efeito nos autos do Inquérito Civil nº 00852.00072/2004. Por quarto, fez-se uma análise crítica do instrumento quando comparado à judicialização das questões ambientais.</p>
<p style="text-align: right;">(A autora)</p>
<div class="tm-50"><strong>Sobre a autora</strong></div>
<div class="view">
<div class="tm-50">
<p style="text-align: justify;">Vanessa dos Santos Moura é doutora em Educação Ambiental, mestra em Direito e Justiça Social e bacharela em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande &#8211; FURG. Mestra em História, licenciada e bacharela em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul &#8211; UFRGS.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>A AUSÊNCIA DA DEFENSORIA PÚBLICA EM ARACI (BA) E A INEFETIVIDADE DAS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS DE ACESSO À JUSTIÇA </title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/a-ausencia-da-defensoria-publica-em-araci-ba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 13:23:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alex Pereira Coutinho<br />
ISBN: 978-65-89910-11-4 (Ebook/PDF)<br />
162 páginas<br />
Ano 2021</p>
<p>&#160;</p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/a-ausencia-da-defensoria-publica-em-araci-ba/">A AUSÊNCIA DA DEFENSORIA PÚBLICA EM ARACI (BA) E A INEFETIVIDADE DAS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS DE ACESSO À JUSTIÇA </a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O presente trabalho traz como tema “A ausência da defensoria pública em Araci (BA) e a inefetividade das garantias constitucionais de acesso à justiça”, enfatizando o direito fundamental de acesso à justiça previsto na Constituição Federal de 1988. Também, no referido diploma legal, está previsto, especificamente, no seu art. 134, a necessidade da defensoria pública para a “função jurisdicional do Estado”.</p>
<p>(Trecho da obra)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Direito constitucional em tempos de neoliberalismo: análise de jurisprudência do supremo tribunal federal (2013-2017)</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/direito-constitucional-em-tempos-de-neoliberalismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 21:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Murilo Rodrigues da Rosa<br />
ISBN: 978-65-88347-83-6   (Ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-ed1.119<br />
122 páginas<br />
Ano 2021</p>
<p>&#160;</p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/direito-constitucional-em-tempos-de-neoliberalismo/">Direito constitucional em tempos de neoliberalismo: análise de jurisprudência do supremo tribunal federal (2013-2017)</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> Este livro tem o objetivo de analisar as relações entre o direito e o neoliberalismo, especialmente na conjuntura da crise social e emergência econômica do Brasil contemporâneo, durante o período de 2013 a 2017, nas decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal. Para tanto, inicia-se com a discussão a respeito do neoliberalismo. Após assentar o conceito de neoliberalismo e fazer a retomada histórica a partir de diversos autores, pode-se avançar na leitura da crise, a qual se torna a forma normal de governo no neoliberalismo. O segundo capítulo, por sua vez, irá aprofundar-se no pensamento de Agamben, que argumenta que o estado de exceção tornou-se a regra nas democracias ocidentais. Por ﬁm, questiona-se o papel da jurisdição na dinâmica da crise vivida no Brasil, especialmente do Supremo Tribunal Federal, analisando julgamentos paradigmáticos da Corte.</p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/direito-constitucional-em-tempos-de-neoliberalismo/">Direito constitucional em tempos de neoliberalismo: análise de jurisprudência do supremo tribunal federal (2013-2017)</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Esboço de Responsabilidade Civil</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/esboco-de-responsabilidade-civil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2021 15:24:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Abílio Kerber Diniz<br />
ISBN: 978-65-88347-68-3 (Impresso)<br />
253 páginas<br />
Ano 2021</p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/esboco-de-responsabilidade-civil/">Esboço de Responsabilidade Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>Este esboço é a conversão das nossas aulas da disciplina de Responsabilidade Civil, do Curso de Direito, do Núcleo de Ciências Sociais, da Universidade Federal de Rondônia.</p>
<p>Atualmente, nesse Curso, essa disciplina tem a seguinte ementa: definição de responsabilidade civil; elementos ou pressupostos da responsabilidade civil; espécies de responsabilidade civil; causas excludentes da responsabilidade civil; e responsabilidade civil indireta.</p>
<p>Em nossas aulas, ensinamos esse conteúdo programático, tendo como referência a legislação em vigor, jurisprudência pacífica, ou, ao menos, dominante, e doutrina majoritária, sendo todas as referências atualizada.</p>
<p>Na legislação, referimo-nos à Constituição, Código Civil, CPC, entre outras leis; na jurisprudência, limitamo-nos às decisões do STJ e STF, destacando as suas súmulas; e, na doutrina, selecionamos os Enunciados do CJF e opiniões dos autores renomados, clássicos e contemporâneos.</p>
<hr />
<h2>Sobre o autor:</h2>
<p>Professor de Direito Civil da Universidade Federal de Rondônia, Presidente do Instituto Rondoniense de Direito Civil, Membro do Instituto Brasileiro de Direito Civil e da Academia Brasileira de Direito Civil.</p>
<p>&#8212;-</p>
<h3><strong>Contato para informações</strong></h3>
<div>Eduardo Abílio Kerber Diniz<br />
eduardo.diniz@unir.br</div>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/esboco-de-responsabilidade-civil/">Esboço de Responsabilidade Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
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		<title>NORMATIVOS DE AUDITORIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 05:27:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nivianne Lima dos Santos Araujo e Ronaldo da Silva Araujo<br />
ISBN 978-65-88347-46-1 (Ebook/PDF)<br />
DOI 10.36599/itac-ed1.070<br />
78 páginas<br />
Ano 2020</p>
<p>&#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Normativos de auditoria.</p>
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		<title>Trabalho escravo, propriedade rural e confisco: Uma análise sobre os efeitos da Emenda Constitucional nº 81/2014 no ordenamento jurídico brasileiro</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/trabalho-escravo-propriedade-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 15:13:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Robson Heleno da Silva<br />
ISBN: 978-65-88347-36-2 (ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-ed1.044<br />
192 páginas<br />
Ano 2020</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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      </script></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A obra que ora se apresenta, sob o título ―Trabalho escravo, propriedade rural e confisco: uma análise sobre os efeitos da Emenda Constitucional nº 81/2014 no ordenamento jurídico brasileiro, tem como base a dissertação de mestrado elaborada pelo autor, Robson Heleno. Tal trabalho realizado sob minha orientação, em parceria com a Professora Dra. Luly Fischer, foi defendido e aprovado pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Pará, no ano de 2019.<br />
Trata-se de obra que aborda temática atual e pertinente ao estudo inerente ao fenômeno da escravidão contemporânea, visto que estuda a Emenda Constitucional nº 81, tendo como foco a análise acerca das repercussões trazidas pela referida Emenda, no ordenamento jurídico brasileiro e no combate ao trabalho análogo ao de escavo.</p>
<div></div>
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		<title>Regime jurídico da proteção de dados pessoais no Brasil : a reafirmação de direitos humanos e constitucionais</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/regime-juridico-da-protecao-de-dados-pessoais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 18:53:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diego Coêlho<br />
ISBN  978-65-88347-33-1 (Ebook/PDF)<br />
DOI <a href="http://doi.org/10.36599/itac-ed1.032" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://doi.org/10.36599/itac-ed1.032&#38;source=gmail&#38;ust=1603494349163000&#38;usg=AFQjCNFSS-Fv4B1HX6CwKqwDGy_LlwwH4g">10.36599/itac-ed1.032</a><br />
268 páginas<br />
Ano 2020</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>Disponível Gratuitamente.<br />
</strong>[download id="33234"]<strong><br />
</strong></span></p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/regime-juridico-da-protecao-de-dados-pessoais/">Regime jurídico da proteção de dados pessoais no Brasil : a reafirmação de direitos humanos e constitucionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A criação e a distribuição de tecnologias da informação e da comunicação (TICs), além de mecanismos eletroeletrônicos, de modo geral, proporcionaram às pessoas, empresas e governos novas condições de interoperabilidade e a expansão de mercados e economias em nível global, de modo que as relações entre indivíduos e máquinas ocorrendo cotidianamente, oportunizaram novas formas de comércio, produtos e serviços transcorridos no ciberespaço, através da internet &#8211; como uma rede aberta e democrática &#8211; um fenômeno socioeconômico que transformou o modo de vida, de pensamento e de produção, bem como oportunizou o surgimento de conflitos em decorrência da má utilização de tecnologias, em especial análise voltada para a coleta, o tratamento e o armazenamento de dados pessoais realizados por empresas físicas e virtuais ou pela Administração Pública. Para tutelar tais conflitos, os Estados têm desenvolvido Leis de Proteção de Dados Pessoais, em um panorama de possível concorrência entre normas de direito doméstico, estrangeiro e internacional, sobre demandas envolvendo violações a proteção. Assim sendo, a presente pesquisa, desenvolvida em sede de dissertação de mestrado, tem como objetivo identificar e compreender os aspectos, contextuais, geracionais e normativos mais relevantes para a conformação do Regime Jurídico da Lei de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, no Brasil à luz da implementação da Lei nº 13.709/2018, com especial atenção voltada para os Direitos Humanos, o princípio da dignidade da pessoa humana, o direito constitucional fundamental à privacidade e os direitos à proteção de dados pessoais, à segurança digital e à autodeterminação informativa, através do método hipotético-dedutivo, em caráter predominantemente qualitativo, contemplando as taxonomias advindas da Ciência da Computação e da Informática, da Economia Digital, do Direito Constitucional em perspectiva comparada, o Direito Internacional Público e Privado e o Direito Administrativo, para verificar possíveis modalidades de exercício jurisdicional no Brasil em demandas envolvendo violação à proteção de dados pessoais, considerando possíveis conflitos de competência e o exercício da jurisdicional transnacional (<i>cross-border</i>), quando da entrada em vigor da LGPD, com o intuito de corresponder a uma necessidade coletiva de saber e aprender, visando à consolidação de uma infraestrutura social mais ética e capaz de fortalecer o Estado Constitucional Democrático, a dignidade da pessoa humana, a privacidade e a proteção de dados como direitos fundamentais e inalienáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Trecho da obra)</p>
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