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	<title>Economia - Editora Itacaiúnas</title>
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	<description>Divulgando conhecimento</description>
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	<title>Economia - Editora Itacaiúnas</title>
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	<item>
		<title>Abordagem multidisciplinar: gestão, economia, políticas públicas e meio ambiente</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/abordagem-multidisciplinar-gestao-economia-politicas-publicas-e-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 20:59:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Anny Kariny Feitosa, Harine Matos Maciel e Maria Antunizia Gomes (Organizadoras)<br />
ISBN: 978-85-9535-377-0<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-377-0<br />
Ano: 2025<br />
Baixe gratuitamente:<br />
[download id="35644"]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Grupo de Pesquisa Gestão, Meio Ambiente e Sustentabilidade (GEMAS) do Instituto Federal do Ceará (IFCE) apresenta uma compilação de diversos temas nas áreas de economia, gestão, políticas públicas e meio ambiente.<br />
Os capítulos 1, 2 e 3 tratam da temática de meio ambiente. O capítulo 1 discute a importância das sementes crioulas para a segurança e soberania alimentar, destacando as práticas de conservação e os desafios impostos pelas mudanças climáticas. O capítulo 2 aborda a diversidade de atividades turísticas que atraem visitantes para promover o turismo sustentável no Maciço de Baturité, no estado do Ceará. O capítulo 3 investiga as práticas de sustentabilidade do Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem.<br />
Os capítulos 4, 5 e 6 abordam a área de gestão. O capítulo 4 busca entender o comportamento dos consumidores acerca do endividamento e da importância do autocontrole financeiro. O capítulo 5 mostra o aprimoramento das práticas e ações coordenadas para o desenvolvimento sustentável na área de animação turística. O capítulo 6 identifica que as empresas precisam adequar-se as necessidades do mercado e dos clientes e o controle interno é uma ferramenta essencial para uma melhor eficiência empresarial.<br />
O capítulo 7, área de políticas públicas, trata do fortalecimento e da continuidade de políticas públicas voltadas para a economia solidária, mostrando como são fundamentais para a transformação social e econômica de uma localidade. Por fim, o capítulo 8, área econômica, aborda a inclusão digital como um tema bastante discutido na atualidade, buscando entender a trajetória da história econômica e o papel da tecnologia.<br />
Esperamos que o livro contribua para a disseminação de estudos científicos realizados pelos membros e convidados do grupo GEMAS. Boa leitura!</p>
<p style="text-align: right;">Anny Kariny Feitosa<br />
Harine Matos Maciel<br />
Maria Antunizia Gomes</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão Social, Empreendedora e Estratégica do Grupo Econômico e Solidário Mulheres em Ação</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/gestao-social-empreendedora-e-estrategica-do-grupo-economico-e-solidario-mulheres-em-acao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 22:16:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Wellington Dantas de Sousa, Carla Liriel Veiga de Souza e Renata Santana de Souza (Organizadores)<br />
ISBN: 978-85-9535-364-0<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-364-0<br />
Ano: 2025<br />
Baixe Gratuitamente:<br />
[download id="35508"]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A elaboração deste e-book decorre das ações desenvolvidas no âmbito do projeto de extensão “Gestão Social, Empreendedora e Estratégica do Grupo Econômico e Solidário Mulheres em Ação”, executado no período de agosto de 2024 a julho de 2025, no município de Senhor do Bonfim-BA. A proposta foi concebida a partir do reconhecimento da importância da economia solidária como estratégia de desenvolvimento territorial e da necessidade de fortalecimento da gestão em empreendimentos comunitários, especialmente no meio rural.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo Mulheres em Ação, localizado na Comunidade do Sítio de Umburanas, é composto majoritariamente por mulheres e atua na produção de alimentos derivados da biodiversidade local. Sua trajetória é marcada pela resistência, pela autogestão e pelo esforço coletivo em gerar trabalho e renda de maneira sustentável. O projeto teve como foco a qualificação das práticas organizacionais do grupo, por meio do uso de ferramentas adaptadas de gestão, planejamento estratégico, elaboração de identidade visual e documentos técnicos que viabilizem o acesso a políticas públicas e a novos mercados.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades foram orientadas por uma abordagem participativa, que respeitou os saberes locais e compreendeu a extensão universitária como um processo dialógico e formativo, tanto para os sujeitos envolvidos quanto para a comunidade acadêmica. A atuação conjunta entre servidores, estudantes e parceiros externos buscou garantir a coerência metodológica do projeto e a aplicabilidade dos instrumentos desenvolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A presente publicação teve por objetivo registrar as etapas, os fundamentos teóricos e os resultados alcançados, contribuindo para a difusão de práticas de gestão social aplicadas ao contexto da economia solidária. Trata-se de um material de natureza técnico-pedagógica, voltado para pesquisadores, extensionistas, gestores públicos e sujeitos coletivos interessados em estratégias de fortalecimento de grupos produtivos comunitários.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Wellington Dantas de Sousa &#8211; </strong>Coordenador do Projeto</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dez anos: crônicas de projectos sócio-económicos que transformam vidas em Angola, África</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/dez-anos-cronicas-de-projectos-socio-economicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 22:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Silmo Schüler, Nilmar Azevedo de Melo e Eduardo Alcayaga Lobo<br />
ISBN: 978-85-9535-339-8<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-339-8<br />
Ano: 2025<br />
<strong>Baixar gratuitamente:</strong><br />
[download id="35277"]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao ser convidada a prefaciar este livro com o título “Dez Anos: crônicas de projectos sócio-económicos que transformaram vidas em Angola, África”, confesso que foi muito difícil arrumar as ideias, pois a informação nela contida tem muito a ver com a minha envolvência nestes projectos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Posfácio da Dra. Anot Santos testemunha o período áureo de uma trajectória de luta, sacrifício e se quisermos, teimosia em não desistir.  Pelo contrário, romper as barreiras para que fosse possível corresponder ao que nos fora solicitado por ocasião da nossa nomeação para promover o desenvolvimento das comunidades rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não quiz colidir com o seu pensamento que também é o meu, pois partilhamos juntas momentos difíceis de cumplicidade na partilha de ideias, informação, visão, coragem, lágrimas e sofrimento ao vermos os nossos semelhantes em situações de penúria.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro-me de palavras de encorajamento de um Soba no Município do Mussende ao assistirmos uma mãe a esvair-se em sangue após um parto. Todos nós mulheres e homens do grupo começamos a chorar por impotência em socorrê-la. “transformem essas lágrimas em força e coragem, senão não fazem nada”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esta razão faço este prefácio baseando-me num <em>flashback</em>, recordando os momentos que vivemos na interacção com as comunidades rurais, o que aprendemos com elas e, principalmente, acreditar que era possível mudarmos a realidade de muitas famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os anos 2000 em diante a questão da agricultura familiar tem merecido a atenção do governo e seus parceiros sociais, uma vez que ela representa o meio sustentável para o combate à fome e à pobreza, evitando desta forma o êxodo rural e promove a economia local de forma endógena.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 o governo angolano deu um novo impulso às atribuições do Ministério da Agricultura com a reintrodução da componente do Desenvolvimento Rural e nomeação de uma Vice-Ministra/Secretária de Estado com a responsabilidade específica de dinamizar o Desenvolvimento Rural e o Combate à Pobreza, num contexto difícil em que o país ainda enfrentava as consequências de um passado caracterizado por insustentabilidade ambiental, económica, social, humanitária e infraestrutural.</p>
<p style="text-align: justify;">Formamos uma equipa pequena, multidisciplinar, porém comprometida com a causa, ciente dos riscos que correria, mas com o firme sentimento patriótico de tudo fazer para restaurar a esperança das populações.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram efectuadas inúmeras viagens terrestres (a excepção de Cabinda), às aldeias e comunas mais vulneráveis dos vários municípios das províncias que compõem a República de Angola, complementadas com Diagnósticos Rurais Participativos para que ouvíssemos na primeira pessoa  as dificuldades, desafios e as aspirações das comunidades rurais, tendo em atenção que  a sua realidade implicava um entendimento sociológico, antropológico e económico sobre o significado da terra para as populações que habitam no meio.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontramos realidades chocantes, relatos de partir o coração, enfim, situações que nos levaram a reflectir e tomar decisões urgentes, eficazes e eficientes para reverter o quadro dos indicadores preocupantes vivenciados.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de uma análise profunda sobre a realidade das zonas rurais e a condição social e económica das suas populações, concluímos ser necessário pautar por uma intervenção que viabilizasse o desenvolvimento económico e social em moldes mais equilibrados, com o máximo de eficiência organizacional, tendo como meta transformações sociais, com o intuito de reduzir os desníveis existentes entre as áreas urbanas e as áreas rurais, diminuindo simultaneamente as assimetrias regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Este exercício exigiu a recomendação de elaboração de  políticas de reordenamento rural, com recurso à  Planos Directores Municipais e Rurais com o objectivo de fixar as populações locais, atrair outras para as zonas rurais e dinamizar as actividades económicas, sociais e culturais, incluindo a gestão urbanística e ambiental, o turismo, bem como desenvolver e fortalecer a rede de comercialização rural primando por uma agricultura virada para o mercado, acompanhada da reabilitação e construção de centros de armazenagem, conservação e processamento, transporte, lojas e cantinas fixas (Aldeias Rurais Autossustentadas).</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, foi aprovado o Programa de Desenvolvimento Rural Integrado e Combate à Pobreza com o fito de se levar às comunidades rurais os pressupostos da cidadania e da inclusão social e com ela garantir a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as mudanças na orgánica do governo, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural, foi extinta. As suas atribuições foram transferidas para o Ministério da Família e Promoção da Mulher (MINFAMU), passando a designar-se Direcção do Desenvolvimento Comunitário, com os mesmos objectivos e competências, com particular atenção às mulheres e jovens rurais, dando desta forma, continuidade aos programas e projectos de desenvolvimento das comunidades rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">O Programa de Apoio à Mulher Rural destacou-se neste contexto, devido ao seu alinhamento aos programas regionais e internacionais, no âmbito dos compromissos assumidos por Angola a nível regional e internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esta intervenção e numa perspectiva de desenvolvimento local, começaram a ser desenvolvidas acções de potenciação de capacidades humanas, onde as pessoas tivessem o sentimento de pertença e serem protagonistas do seu futuro, partindo da organização das comunidades, sensibilização, formação, incluindo a alfabetização e actividades geradoras de renda, o comércio rural, o acesso aos títulos de terras e aos recursos financeiros, às pequenas tecnologias, a promoção de pequenos e médios negócios, a garantia de oportunidades de trabalho, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O Programa de Apoio à Mulher Rural foi sem sombra de dúvidas uma rica experiência que nos fez acreditar que com empenho, dedicação e empatia é possível vencer as barreiras da pobreza, garantir a segurança alimentar e nutricional, diminuir a dependência das importações, sendo por isso imperativo que os pequenos produtores tenham todos os  mecanismos, incentivos e tecnologias para aumentar a produção e a produtividade e assim poderem competir no actual mundo das economias globalizadas como o mercado livre da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) e o africano, por um lado, e por outo melhorar a sua condição de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A incursão pelo mundo rural fez-nos concluir que o empoderamento das pessoas é a chave para o sucesso dos projectos de cariz social.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi neste âmbito que o MINFAMU estabeleceu uma parceria com o Grupo Kapilongo para a implementação de projectos sustentáveis e geradores de renda e fazer das terras a mola impulsionadora da transformação social, reconhecer a importância do papel desempenhado por mulheres e jovens na agricultura e incentivar a sua maior participação nos espaços de discussão e definição de políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não menos importante, pretendemos também incorporar a perspectiva de direitos humanos e a igualdade e equidade de género nas estratégias nacionais orientadas a garantir segurança alimentar e nutricional com ampla participação social, particularmente dos sectores mais vulneráveis e promover a resiliência da agricultura familiar às alterações climáticas, com recurso e acesso às tecnologias de baixo impacto ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma obra de tirar o fôlego para os amantes do desenvolvimento comunitário e de grande poder de síntese que relata as experiências levadas a cabo pela equipa da Kapilongo em 15 províncias. Estas crônicas de projectos sócio-económicos que transformaram vidas em Angola, África é prova de que, com base numa metodologia que equilibra a teoria e a prática é possível transformar a pobreza em riqueza.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta parceria estratégica iniciou com a realização de três projectos em paralelo nos domínios do fabrico de compotas, sabão e beneficiação do mel, numa visão temporal de três anos, de 2014 a 2017, tendo como base a apreciação situacional e formação das mulheres, seguida da implantação dos insumos e posteriormente a consolidação da agroindústria de sumos e conservas, a produção de sabão e a produção apícola.</p>
<p style="text-align: justify;">De valor inestimável para especialistas ligados a políticas de desenvolvimento sustentável de combate à pobreza, o livro chama a atenção para a existência dos mais pobres dos pobres, como por exemplo as mulheres e jovens rurais, dentro de um espectro de excluídos do perverso modelo de desenvolvimento que prevalece nas zonas rurais e não só, que privilegiam o lucro e o betão em detrimento do capital humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta obra é de importância incomensurável, uma vez que é uma mescla de experiências que se constituem em referências para a construção de um novo modelo de desenvolvimento da economia local, ou seja, debaixo para cima, onde homens e mulheres sejam protagonistas do seu próprio destino.</p>
<p style="text-align: justify;">No final da leitura você encontra um manual com receitas caseiras que pode servir de réplica para outros projectos de desenvolvimento local sustentável, cujo foco são as Mulheres e Juventude Rurais caracterizados pela inovação, inclusão e cidadania social.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendo a todos que leiam e reflictam sobre as experiências vividas por nós com paixão, espírito de missão e de entrega e amor ao próximo, experiências essas que transformaram vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A interrupção dos três projectos pilotos não significa que as beneficiárias ficassem para trás. Nunca é tarde! Tudo no seu Tempo!</p>
<p style="text-align: justify;">Com a realização do Primeiro Fórum Nacional da Mulher Rural, ficou patente de que devemos ser persistentes e nunca desistir quando a melhoria do bem-estar das comunidades fala mais alto.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi o que prometemos na altura. Continuar a trabalhar e transformar a sua condição de vida. Que possamos todos juntos e de forma articulada, * ¨e valorizar mais e melhor o meio rural, enquanto depositário das nossas riquezas naturais e humanas, para que seja efectivamente a plataforma catalisadora para transformarmos as dificuldades em desafios, o desespero em esperança, o sofrimento em melhor qualidade de vida, a pobreza em riqueza e como vem escrito em Mateus 20 “fazer dos últimos os primeiros” para a dignificação das famílias e, como disse uma Mulher Rural aquando do Fórum da Mulher Rural “sem nós não há comida, por isso não tirem as nossas terras”.</p>
<p style="text-align: justify;"> *(Filomena Delgado, encerramento do primeiro Fórum Nacional da Mulher Rural)</p>
<p style="text-align: justify;">O meu reconhecimento aos autores que com esta publicação estão a perpetuar uma experiência inolvidável, pois para além de demonstrarem um profundo conhecimento sobre a agricultura familiar, introduziam o conceito de sustentabilidade ambiental, social, económica e cultural do mundo rural e assim mostrar que é possível o Executivo e a Sociedade Civil trabalharem juntos numa perspectiva de parcerias público-privadas (PPP).</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada a todos os técnicos brasileiros e angolanos que directa ou indirectamente tornaram possível a transformação da vida de muitas mulheres rurais.</p>
<p style="text-align: right;">Dra. Maria Filomena de Fátima Lobão Telo Delgado.<br />
Ex-Ministra do Ministério da Família e Promoção da Mulher (MINFAMU).<br />
Actual Embaixadora da República de Angola na Confederação Suíça.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão Estratégica Contemporânea: Uma coletânea das Dissertações de Mestrado</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/gestao-estrategica-contemporanea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 18:22:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>André Rehbein Sathler Guimarães, George Henrique de Moura Cunha, Leonardo Ferreira de Oliveira e Simone de Araújo Góes Assis (Organizadores)<br />
Diversos autores<br />
ISBN: 978-85-9535-291-9 (e-book/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-291-9<br />
Ano: 2024<br />
165 páginas<br />
Baixe gratuitamente:<br />
[download id="31514"]</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Mestrado Profissional do Centro Universitário IESB na área de Administração Pública e de Empresas, é o único na área de concentração em Gestão Estratégica de Organizações em Brasília – DF, conforme disponibilizado pela Coordenação de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O corpo docente é composto de professores doutores, com atuação acadêmica e larga experiência profissional, acumuladas em órgão públicos e privados, que tornam o curso direcionado à realidade aplicada, atentando-se para o rigor e a relevância dos trabalhos produzidos durante o mestrado profissional.<br />
Diferentemente da linha Acadêmica, o Mestrado Profissional tem foco na pesquisa e no mercado, com a capacitação de assessores, gestores e demais profissionais do âmbito organizacional.<br />
Destinado a todos os cursos, o Mestrado na área de concentração em Gestão Estratégica de Organizações é o único do Distrito Federal a oferecer a especialização na área, contando com processo seletivo próprio, definido em edital específico, com avaliação do currículo do candidato, do seu memorial e da prova oral, não necessitando do teste da ANPAD, ainda que o mestrado seja filiado à referida associação.<br />
O referido Mestrado Profissional do Centro Universitário IESB supre a demanda do mercado de trabalho em uma compreensão e formulação de procedimentos aplicáveis às necessidades práticas de entidades públicas, privadas e sociais, nesse contexto mutável que a área administrativa possui. Ainda, busca que suas produções resultem em soluções que favoreçam o processo de desenvolvimento das organizações e da região de uma maneira sustentável.<br />
Apresentamos duas linhas de Pesquisa:<br />
Estratégia, Inovação e Empreendedorismo<br />
Os estudos dessa linha de pesquisa recaem sobre o estudo dos processos da organização com impacto estratégico e interações organizacionais com o ambiente, destacando-se temas como estratégias e resultados organizacionais, desempenho estratégico, recursos e competências organizacionais, e aprendizagem organizacional, entre outros. A vertente estudada pela linha, o empreendedorismo, aborda os fatores individuais, organizacionais e ambientais que influenciam o aparecimento de novos negócios.<br />
Comportamento Organizacional e Gestão Estratégica de Pessoas<br />
Essa linha engloba pesquisas acerca da evolução das organizações e sobre processos grupais e individuais, sob uma perspectiva estratégica. Ainda, essa linha busca investigar a dinâmica do comportamento do indivíduo e as relações e interações entre indivíduos nas organizações. Os temas abordados versam sobre estratégias corporativas, estratégias e arranjos organizacionais, governança corporativa, cultura e mudança, gestão do conhecimento.<br />
(Os organizadores)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Balança de pagamentos, posição de investimento internacional e dívida externa: perspectivas práticas e indicadores de análise</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/balanca-de-pagamentos-posicao-de-investimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 18:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><span style="font-size: 16px;">Nino Fonseca<br />
</span><span style="font-size: 16px;">ISBN: 978-85-9535-260-5 (Ebook/PDF)<br />
</span><span style="font-size: 16px;">DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-260-5<br />
</span><span style="font-size: 16px;">40  páginas<br />
</span><span style="font-size: 16px;">Ano 2024</span></p>
<p>Baixe gratuitamente</p>
<p><strong>[download id="29911"]</strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste trabalho, apresentamos de forma prática e sucinta três conceitos fundamentais da contabilidade externa – a balança de pagamentos, a posição de investimento internacional e a dívida externa – utilizando uma linguagem objetiva e direta. O objetivo é dotar os interessados nestes temas com os conhecimentos necessários para uma compreensão e interpretação competente dos dados e documentos divulgados pelos principais órgãos estatísticos. Os conhecimentos transmitidos ao longo deste texto permitem ainda a realização de análises independentes e originais para quaisquer fins, nomeadamente para efeitos de inclusão em relatórios académicos ou profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos aqueles que, nos seus percursos académicos ou profissionais, encontrarem questões relacionadas com economia, especialmente no que diz respeito às contas externas, podem encontrar aqui orientações e esclarecimentos úteis. Portanto, para além dos economistas, este trabalho interessa a profissionais de áreas tão diversificadas como a gestão, o turismo, as relações e negócios internacionais, o comércio internacional, a ciência política, o jornalismo, as ciências da comunicação, a história, a administração pública, os estudos gerais, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar cumprimento aos propósitos descritos, são apresentadas definições de cada um dos conceitos em questão (secções 1, 6 e 7), bem como os objetivos de cada um dos documentos contabilísticos subjacentes, nomeadamente a balança de pagamentos (secção 1)  e a posição de investimento internacional (secção 7). São apresentados também exemplos concretos das operações contabilísticas que conduzem à elaboração da balança de pagamentos, na qualidade de documento de base neste contexto, bem como detalhes e exemplos concretos relacionados com a obtenção dos elementos estatísticos relevantes (secções 2 e 3). As categorias da balança de pagamentos são descritas de uma forma detalhada mas muito concreta, recorrendo sempre que necessário a exemplos (secção 4). O objetivo é sair do plano geral e abstrato habitual, com que esta abordagem costuma ser feita noutros textos, e tornar a leitura da balança de pagamentos o mais lógica e intuitiva possível. Apresentamos ainda orientações para a interpretação das rubricas e dos saldos da balança de pagamentos (secção 5), bem como para a elaboração de indicadores de análise da respetiva importância económica (secção 6). A apresentação da posição de investimento internacional é feita de modo a relevar a sua ligação à balança de pagamentos, e a sua importância é devidamente esclarecida (secção 7).</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentamos e discutimos os conceitos relacionados com a dívida externa recorrendo, sempre que necessário, a exemplos, mais uma vez, o mais concretos possível (secção 8). Finalmente, como ponto de confluência de todo o texto, descrevemos vários indicadores do endividamento externo, destinados a avaliar a evolução e a sustentabilidade da dívida externa em relação à economia do país analisado (secção 9). Abordamos ainda as implicações práticas destes indicadores.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, apresentamos a bibliografia utilizada. Esta secção contém referências valiosas para quem desejar aprofundar os seus conhecimentos e competências nas matérias abordadas.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho aqui apresentado contribui para o aumento do nível de literacia financeira e para o desenvolvimento de uma compreensão mais clara das relações económicas internacionais, bem como das suas implicações a nível local e global. Este estudo não só facilita a compreensão dos conceitos fundamentais de contabilidade externa, como fornece também as ferramentas necessárias para aplicar esses conhecimentos de forma prática e eficaz, no âmbito da elaboração de análises críticas e informadas, tanto no contexto académico como no profissional.</p>
<p>(O AUTOR)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão da inovação na administração pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 17:25:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><span style="font-size: 16px;">Wagner Rodrigues de Souza<br />
</span><span style="font-size: 16px;">ISBN: 978-85-9535-259-9 (Ebook/PDF)<br />
</span><span style="font-size: 16px;">DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-259-9<br />
</span><span style="font-size: 16px;">27  páginas<br />
</span><span style="font-size: 16px;">Ano 2024</span></p>
<p><strong>[download id="29903"]</strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Explorando a gestão da inovação na Administração Pública, este trabalho destaca sua importância em aumentar a eficiência e qualidade dos serviços públicos, abordando os desafios e benefícios associados. Com base em uma revisão da literatura e análise qualitativa, identifica-se uma crescente adoção de tecnologias digitais como sistemas baseados em nuvem e inteligência artificial, promovendo transformações na interação governo-cidadão e enfatizando a sustentabilidade. Os resultados apontam para otimização de recursos, melhoria nos serviços e promoção de sustentabilidade ambiental, contrastando com desafios como resistência à mudança, questões de segurança cibernética e lacunas de habilidades. A análise crítica revela a necessidade de pesquisa contínua para acompanhar a rápida evolução tecnológica e questões de equidade no acesso às inovações. A gestão da inovação na administração pública é vista como um processo evolutivo, exigindo planejamento estratégico e execução cuidadosa para transformar significativamente a entrega de serviços governamentais.</p>
<p>(O AUTOR)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Recortes da formação industrial do Brasil (1930-1955)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 21:26:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Isabela da Silva Valois<br />
ISBN 978-85-9535-249-0 (E-book)<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-249-0<br />
33  páginas<br />
Ano 2023</p>
<p><strong>Baixe o e-book:<br />
</strong>[download id="28960"]<br />
<strong>Gratuitamente!</strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Recortes da formação industrial do Brasil (1930-1955)” é a primeira parte de uma coletânea que busca resgatar a construção da indústria nacional abordada a partir de recortes de períodos estratégicos. Esse trabalho inicial, trata, de maneira breve, da trajetória da industrialização nacional em sua gênese – de Getúlio à Getúlio, finalizando com o interregno Café Filho – e dos desdobramentos de sua fase restringida por crises cambiais prejudiciais às exportações do café, cujos saldos comerciais constituíam importantes bases de financiamento para a composição da matriz industrial do país.</p>
<p>(A autora)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contribuições para as potenciais indicações geográficas do estado da Bahia, Brasil</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/contribuicoes-para-as-potenciais-indicacoes-geograficas-do-estado-da-bahia-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 19:08:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Matheus Gonzaga Teles<br />
ISBN:  978-85-9535-239-1 (E-book/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-239-1<br />
86 páginas<br />
Ano: 2023</p>
<p><strong>Baixe o e-book:<br />
</strong>[download id="28102"]<br />
<strong>Gratuitamente!</strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este trabalho objetiva traçar um levantamento acerca dos dados históricos, biológicos, culturais, sociais, políticos e econômicos, de forma a identificar elementos que justifiquem uma eventual indicação geográfica para o dendê de Valença. Pesquisas das influências culturais, sociais, políticas e econômicas ocorridas no entorno geográfico do município de Valença, Bahia, Brasil, região diretamente associada ao fruto do dendê e seu azeite, produto de reputação reconhecida no cenário nacional e internacional. A pesquisa foi dedutiva e descritiva e buscou- se analisar o conteúdo obtido, tendo em vista o recorte geográfico supracitado. As dimensões abordadas permitiram levantar os problemas e possíveis alternativas de melhoramento em produtividade do dendê, assim como do uso mercadológico da planta associado ao conceito de Indicação Geográfica (IG). Os resultados obtidos mostraram que a produção do dendê continua a configurar como um item importante na pauta produtiva local, assim como inúmeros indicadores favoráveis à divulgação e expansão desse cultivo. Este estudo evidenciou que o suporte à expansão das áreas produtoras de dendê é crucial para que a região possa manter e expandir índices produtivos, a fim de favorecer a criação da IG e contribuir ainda mais com o desenvolvimento local.</p>
<p style="text-align: justify;">(O autor)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ESTÁGIOS PRODUTIVOS  NO SISTEMA CAPITALISTA: DO MODELO COOPERATIVO À  EXPERIÊNCIA VOLVO DE PRODUÇÃO</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/estagios-produtivos-no-sistema-capitalista-do-modelo-cooperativo-a-experiencia-volvo-de-producao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 22:14:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Isabela da Silva Valois<br />
ISBN 978-85-9535-236-0 (E-book)<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-236-0<br />
53  páginas<br />
Ano 2023</p>
<p><strong>Baixe o e-book:<br />
</strong>[download id="28067"]<strong><br />
Gratuitamente!</strong></p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/estagios-produtivos-no-sistema-capitalista-do-modelo-cooperativo-a-experiencia-volvo-de-producao/">ESTÁGIOS PRODUTIVOS  NO SISTEMA CAPITALISTA: DO MODELO COOPERATIVO À  EXPERIÊNCIA VOLVO DE PRODUÇÃO</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com Apolinário (2016), há significativa distinção entre “modos de produção” e “modelos produtivos”. Para o autor, enquanto os “modos de produção” correspondem às formas de organização político-econômico-sociais tais como o escravismo, o feudalismo e o capitalismo, os quais  vinculam-se aos contextos evolutivos consonantes aos processos de apropriação dos instrumentos de trabalho, direitos de propriedade, repartição do excedente social e regramentos acerca da escala de reprodução social do trabalho; os “modelos produtivos”  são formas de acumulação intrínsecas ao capitalismo, tais como a produção cooperativa, a manufatura, a maquinofatura, o taylorismo, o fordismo, o toyotismo e o volvismo, os quais permitem ao capital administrar os antagonismos das classes sociais, os conflitos produtivos e organizacionais, e as crises da economia bem como seus desdobramentos, sem, no entanto, promover fraturas nas bases que alicerçam o capitalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os estágios de produção capitalista, correspondem às etapas de evolução dos modelos de produção definidos tanto pelas forças produtivas, quanto pelas relações sociais estabelecidas nas esferas de produção. Ao longo do tempo, a produção, modelada conforme os conflitos e contextos econômicos de cada época, tem fundamentado o desenvolvimento do próprio capitalismo como sistema econômico dominante, bem como seus ordenamentos, desde o seu surgimento na Europa Ocidental do século XIII, verificado a partir dos movimentos de desestruturação do sistema feudal e de suas relações de produção-trabalho, da apropriação privada dos meios de produção e da mercadorização da força produtiva humana, até os dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Hunt (1981) entende as forças produtivas definidoras do sistema capitalista como a tecnologia produtiva socialmente disponível constituída pelas somas do estado atual do conhecimento técnico-especializado-organizacional dos trabalhadores, com as ferramentas, máquinas, equipamentos, implementos e matérias-primas, necessários para a composição dos bens finais orientados para o mercado. Contudo, desde a sua concepção, o capitalismo é conduzido à uma espécie de autofagia que assegura sua longevidade através da extinção dos processos que deixam de garantir – em níveis satisfatórios –, o excedente social (produção material deduzida dos custos produtivos) necessário para a sua existência; ou através da reinvenção dos processos produtivos de maneira a perpetuarem exponencialmente a formação dos excedentes sociais a serem apropriados pelo capitalista.  E essa divisão entre classe social que produz (trabalhadores) e classe social que se apropria (capitalista) descreve as relações sociais da produção no sistema capitalista.</p>
<p style="text-align: justify;">No capitalismo, as interrelações produtivas-comerciais-acumulativas são impessoais. A produção de mercadorias ocorre tanto para suprir a necessidades econômico-financeiras do trabalhador a partir da mercadorização de sua força de trabalho, quanto para satisfazer o valor de uso que os consumidores lhe atribuem, bem como para gerar riquezas a serem apropriadas pelo capitalista a partir do valor de troca pelo qual tais mercadorias são negociadas no mercado. E a necessidade de sustentar esse ciclo, especialmente em cenários de desarmonização econômica, faz com que os modelos produtivos evoluam.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, frente ao caráter cíclico das economias, tem-se que é cerne da evolução do sistema produtivo capitalista em sua trajetória de aperfeiçoamento das formas de produzir, que os processos de trabalho estejam sujeitos a transformações consonantes com os movimentos de valorização do capital alicerçados no trabalho vivo, o qual, simultaneamente perde valor pela incorporação de inovações técnicas e tecnológicas que conduzem à ampliação de sua produtividade. E para Teixeira (2007), a viabilidade de tais movimentos, ocorre somente enquanto forem positivas as diferenças de investimento entre capital variável (força de trabalho humana) e capital constante (meios não-humanos de produção – máquinas, equipamentos, insumos, etc.), reascendendo o impulso produtivo capitalista de capturar excedentes do trabalho, ao aumentar a aplicação do trabalho morto às custas do trabalho vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, o presente trabalho busca descrever como as maneiras de produzir encenaram estágios de evolução consonantes com a consolidação e desenvolvimento do próprio capitalismo como sistema econômico, desde as sua primeira forma produtiva no estágio da produção cooperativa – quando já se verifica os rudimentos da ruptura entre a concepção intelectual do produto, os meios de produção, e as habilidades da força de trabalho; passando para a produção manufatureira – prelúdio da divisão clássica do trabalho; a era das máquinas na maquinofatura – quando a intensificação das jornadas de trabalho incorpora caráter desumanizador do ritmo de produção; o modelo científico de Taylor – quando a correção técnica e temporal das operacionalizações nos processos fabris introduz formas eficientes e padronizadas de produção; a revolução produtiva de Ford – quando se verifica a ultra especialização do trabalho e a maximização do ritmo de produção introduzidos pelas esteiras mecânicas nas linhas de produção à serviço da produção em massa;  até a recondução da produção a ritmos diferenciados a partir da reconfiguração dos mercados consumidores e da mão-de-obra multifuncional com os modelos pós-industriais de acumulação flexível toyotismo e volvismo.</p>
<p style="text-align: right;">(A autora)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústria 4.0:  perspectivas para o polo industrial de Manaus</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/industria-4-0/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 20:04:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Luiz Frederico Oliveira de Aguiar<br />
ISBN: 978-85-9535-204-9 (E-book/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-ipppim<br />
90 páginas<br />
Ano: 2022</p>
<p><strong>BAIXE AQUI</strong><br />
[download id="22392"]<br />
<strong>GRATUITAMENTE</strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta obra estuda as perspectivas para a construção de uma política de desenvolvimento da indústria que se adeque às exigências da quarta revolução industrial na Zona Franca de Manaus. Por isso, tem como objetivo principal investigar os direcionadores para o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Polo Industrial de Manaus &#8211; PIM, tendo como objetivos específicos: identificar quais são as políticas públicas vigentes e relacionadas ao desenvolvimento da Indústria 4.0; realizar um diagnóstico junto as empresas instaladas no PIM em relação ao atual estágio de desenvolvimento da Indústria 4.0 e apresentar proposições para a adoção de políticas públicas de transição para a Indústria 4.0 no PIM. Com base nos dados documentais levantados e no diagnóstico realizado junto às empresas – selecionadas na amostra do estudo que representam os principais subsetores do PIM considerando o faturamento, o investimento e a mão-de-obra –, foi realizada a análise dos dados coletados por meio da pesquisa survey e a análise de gap. A definição do método de análise de lacunas permitiu identificar a “situação atual” das indústrias e o que elas “deveriam ser”. Neste método, o objeto estudado é analisado de modo a evidenciar as lacunas que o impendem de chegar a situação desejada. Os resultados evidenciam gaps na política pública vigente, tais como as lacunas de expectativa e de governança até as lacunas de estratégia e na infraestrutura de inovação que dificultam o desenvolvimento da manufatura avançada na região.</p>
<p style="text-align: right;">(O AUTOR)</p>
<p>&nbsp;</p>
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