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	<title>Letras e Artes - Editora Itacaiúnas</title>
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	<description>Divulgando conhecimento</description>
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	<title>Letras e Artes - Editora Itacaiúnas</title>
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	<item>
		<title>A Linguagem e a Lei: trajetórias em homenagem ao professor e pesquisador Dr. Malcolm Coulthard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 19:33:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Martha Julia Martins e Caroline de Araújo Pupo Hagemeyer (Organização)<br />
Diversos autores<br />
ISBN: 978-85-9535-225-4 (E-book/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-978-85-9535-225-4<br />
86 páginas<br />
Ano: 2023</p>
<p><strong>Baixe o e-book:<br />
</strong>[download id="27568"]<br />
<strong>Gratuitamente!</strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse e-book dedicado ao professor e pesquisador britânico Malcolm Coulthard foi uma iniciativa de suas ex-orientandas do PPGI (Programa de Pós-Graduação em Inglês) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) em homenagem aos 80 anos de vida de Malcolm Coulthard. Malcolm é guiado por um profissionalismo e dedicação que muito nos inspira. Toda sua paciência, flexibilidade e generosidade enquanto estivemos sob a sua supervisão jamais será esquecida. Convertemos, assim, gratidão em escrita acadêmica.<br />
Na Seção Ensaios cada um dos textos produzidos entrelaçou-se de alguma forma à orientação de Malcolm durante os anos de pós-graduação das pesquisadoras. De forma livre, os pesquisadores puderam falar de suas trajetórias e experiências sob a supervisão de Malcolm e puderam homenagear ao gigante mestre. O ensaio Plágio no meio acadêmico – reflexões originadas de uma tese sob orientação do Professor Dr. Malcolm Coulthard, a Dra. Bruna Batista Abreu discute e reflete sobre plágio e ferramentas institucionais, detecção de plágio e intencionalidade.<br />
No ensaio A linguística forense na análise de rótulos de produtos de consumo, a Dra. Caroline de Araújo Pupo Hagemeyer trata sobre advertências de produtos e a ineficiência da linguagem usada nas mensagens de segurança. Dra. Débora de Carvalho Figueiredo traz o texto Do ‘tormento’ ao perdão: Representações do crime de estupro em decisões de apelação britânicas, em que analisa a partir das perspectivas teórico-metodológicas da Análise Crítica do Discurso, da Linguística Feminista e dos Estudos Jurídicos Feministas, como o discurso de decisões judiciais representa o evento ‘estupro’.<br />
No texto O Linguista Forense como Perito e Auxiliar da Justiça no Brasil, Dra. Luciane Reiter Fröhlich e Dra. Sabrina Jorge resgatam o papel do perito como auxiliar de justiça no contexto brasileiro e defendem o papel desse profissional como um especialista em linguagem jurídica.<br />
Na Seção Depoimentos os pesquisadores Dra. Dayane Celestino-de-Almeida e Dr. Rui Sousa Silva compartilham mensagem de afeto, gratidão e celebração pela vida de Malcolm. Na Seção Entrevista com o homenageado, a pesquisadora e professora Dra. Martha Julia Martins conversa sobre o percurso acadêmico e profissional do professor Dr. Malcolm Coulthard.<br />
Esperamos que chegue aos leitores o conhecimento compartilhado aqui e o carinho com o qual esse material-homenagem foi produzido. Viva Malcolm!</p>
<p>(As organizadoras)</p>
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		<item>
		<title>Lençol de elástico: Algumas (des)dobras da Literatura comparada</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/lencol-de-elastico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 19:53:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cristiano Araujo e Priscila Araujo<br />
ISBN: 978-65-89910-98-5 (Ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-lealco<br />
76 páginas<br />
Ano 2022</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A reclusão literária não é bem vinda para o nosso tempo. Os muros caíram. Outros estão sendo construídos. Uma consciência renovada que tenta estabelecer uma reorientação que não exclui o elemento multicultural sempre será bem vinda. Assim propõe-se começar a enxergar a Literatura comparada. Apre(e)nder a alteridade das fronteiras e dos imaginários, colocando à prova formas e essências literárias oscilantes, percebendo que a identidade muda quando muda o homem, e que também os contrários existem. Por isso, avante abordam-se temas, autores, teorias, disciplinas, áreas de conhecimentos, eixos sociais e toda uma primeira espécie de pluralidades tão inerentes à Literatura comparada quanto aos nossos dias.<br />
Ler é um encontrar o tempo necessário. Ler é uma perda de tempo necessária. Ler é o encontro da perda de mundos: autor-texto-leitor. Ler a partir de uma área do conhecimento com vistas ao diálogo com outras ciências e disciplinas de modo dialogante para um pensar global universitário.<br />
Comparar-se e comparar-nos com reverência faz com que, mínima ou maximamente, realize-se um exercício saudável e dialogal, se o propósito for olhar o outro de forma respeitosa em diálogo de si para uma humanidade plural. Ou seja, pessoas, mundo, conhecimentos, sabedorias, interesses, realidades, fantasias e a vida que se (re)inventa com muitas diversidades que passam e ficam diante de seus olhos e olhares.<br />
Costuras e (des)dobras da Literatura comparada: apresentaremos algumas à frente.<br />
Logo, boa(s) leitura(s).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Linguagens e Feminismos</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/linguagens-feminismos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2021 21:12:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Martha Julia Martins, Mariana Bolfarine, Jairo da Silva e Silva (org.)<br />
Diversos autores<br />
ISBN: 978-65-88347-80-5 (Ebook/PDF)<br />
DOI: 10.36599/itac-ed1.088<br />
113 páginas<br />
Ano 2021</p>
<p>[download id="15144"]</p>
<p>&#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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      </script></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os artigos que compõem o e-book Linguagens e Feminismos, organizado por Martha Julia Martins (UFRR), Mariana Bolfarine (UFR) e Jairo da Silva e Silva (IFPA e UESC), representam uma forma de recuperar narrativas que constituem projetos de pesquisa, cujos temas estão relacio-nados à luta feminista. Segundo hooks (2019 [1989]), desafiar mulheres a se manifestar, a contarem as suas histórias, “tem sido um dos aspectos transformativos centrais do movimento feminista”.</p>
<p>O post <a href="https://editoraitacaiunas.com.br/produto/linguagens-feminismos/">Linguagens e Feminismos</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraitacaiunas.com.br">Editora Itacaiúnas</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estudos linguísticos: (Novos)Caminhos </title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/estudos-linguisticos-novoscaminhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 01:22:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jacson Silva e  Mayara Arruda Martins (Organizadores)<br />
Diversos autores<br />
ISBN: 978-65-88347-55-3 (Ebook/PDF)<br />
DOI 10.36599/itac-ed1.079<br />
96 páginas<br />
Ano 2020</p>
<p>&#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><!-- loja_mapas --><ins class="adsbygoogle" style="display: block;" data-ad-client="ca-pub-4727509215555549" data-ad-slot="2264389547" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins><br />
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<p>&nbsp;</p>
<p>Confira e baixe gratuitamente a obra Estudos linguísticos: (Novos)Caminhos organizada por Jacson Silva e  Mayara Arruda Martins.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Língua(gem) e Enunciação: Uma Trajetória de Pesquisas</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/linguagem-enunciacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 21:29:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Auxiliadora Ferreira Lima, Waldemar Duarte de Alencar Neto e Joana Darc Rodrigues da Costa (organizadores)<br />
Diversos autores<br />
ISBN: 978-65-88347-51-5 (Impresso)<br />
246 páginas<br />
Ano 2020</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro apresenta alguns dos resultados das pesquisas desenvolvidas em dissertações de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Piauí, sob orientação da Profª. Drª. Maria Auxiliadora Ferreira Lima. Tais trabalhos vinculam-se ao grupo de pesquisa Descrição do Português e Ensino – DEPE.</p>
<p style="text-align: justify;">Os textos publicados nessa coletânea de artigos refletem dois momentos de orientação teórica do grupo. No primeiro momento, temos pesquisas que trabalham em uma perspectiva enunciativa na concepção de Émile Benveniste e, no segundo, os trabalhos tomam como suporte teórico a teoria das Operações Predicativas e Enunciativas (TOPE) ou Teoria das Operações Enunciativas (TOE) de Antoine Culioli, cuja concepção de enunciação volta-se para o processo de construção do enunciado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os capítulos dessa obra significam mais do que um registro de estudos desenvolvidos. Eles servem como parâmetro significativo da produção de conhecimento por quase duas décadas de estudos. Representam um caminho trilhado, por todo esse tempo, para a consolidação de um grupo de pesquisa cuja identidade foi se definindo a partir de uma linha teórica que se preocupa com a construção linguística do dizer, ou seja, com o processo de construção de sentido desse dizer.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p><strong>Contato para informações e compras</strong></p>
<div>Waldemar Duarte<br />
waldemar.alencar@ifpi.edu.br</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Visagismo Acadêmico no Século XXI: Parte 1 &#8211; Linguagem Visual</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/visagismo-academico-no-seculo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 02:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fábio Ritter<br />
ISBN 978-65-88347-35-5 (Impresso)<br />
ISBN  978-65-88347-34-8  (versão ebook)<br />
52 páginas<br />
Ano 2020</p>
<div><strong>VENDAS</strong></div>
<div>A versão digital desta obra pode ser encontrada e adquirida na Amazon clicando nesse link: <a href="https://amzn.to/37Wd5V7">https://amzn.to/37Wd5V7</a></div>
<div></div>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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      </script></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Tem sido um grande privilégio para mim lecionar Visagismo nos últimos seis anos de forma acadêmica validando-o em cientificidade. Durante anos escolhi me preparar para esse momento, onde tive a honra de ter a primeira dissertação de mestrado em visagismo na PUCSP, participar de inúmeros congressos sempre defendendo o visagismo acadêmico de forma pioneira. Gostaria de compartilhar o melhor sobre o visagismo acadêmico e que possamos a partir de agora iniciar um novo ciclo, um ciclo de cientificidade. Todas referências desta obra são asseguradas pela neurociência, semiótica, linguagem visual e antropologia.<br />
Agradeço aos amigos envolvidos no projeto e minha família em especial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contato do autor<br />
</strong>fabiora82@gmail.com</p>
<div></div>
<div><strong>VENDAS</strong></div>
<div>A versão digital desta obra pode ser encontrada e adquirida na Amazon clicando nesse link: <a href="https://amzn.to/37Wd5V7">https://amzn.to/37Wd5V7</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ensino de Espanhol no Instituto Federal do Pará: histórias, experiências e perspectivas</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/ensino-de-espanhol-ifpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2020 01:48:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Flávio Reginaldo Pimentel, Jairo da Silva e Silva e Wellingson Valente dos Reis (Orgs.)<br />
Vários autores<br />
ISBN 978-65-88347-18-8 (Ebook)<br />
DOI 10.36599/itac-ed1.024<br />
172 páginas<br />
Ano 2020</p>
<p><strong><em>BAIXE GRATUITAMENTE EM ADQUIRIR</em></strong></p>
<p>[download id="33014"]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Soy lo que sostiene mi bandera</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>La espina dorsal del planeta es mi cordillera</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Soy lo que me enseño mi padre</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>El que no quiere a su patria no quiere a su madre</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Soy américa latina</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Un pueblo sin piernas pero que camina</em></p>
<p style="text-align: right;"> (Latinoamérica &#8211; Calle 13).</p>
<p style="text-align: right;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Conscientes da dimensão de colonialidade, inerente ao conceito de América Latina, e as formas de desrespeito a ele vinculadas, nosso objetivo é acima de tudo o de resistir e de sustentar a bandeira do ensino do Espanhol em todas as instituições de ensino no Brasil, para que assim possamos ser capazes de contemplar a diversidade de povos, histórias, lutas políticas e modos de vida que habitam o nosso continente.</p>
<p style="text-align: justify;">A nossa espinha dorsal para isso é a língua espanhola, língua falada em todo o vasto território de colonização espanhola que forma a América Latina, e entre tantos países hispânicos, está localizado o Brasil, país de colonização portuguesa, porém com profundas raízes históricas, étnicas, culturais e políticas que se assemelham e se relacionam aos povos hispano-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o Brasil é membro da América Latina, parte de um todo, a singularidade em meio à pluralidade. Porém, os brasileiros, no geral, ainda insistem em não reconhecer sua identidade latino-americana, afastando e até mesmo repudiando suas origens comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Arnoux (ARUGUETE; SHIJMAN, 2012), a única maneira de consolidar a integração política na América é por meio da integração linguística. Nessa relação, as línguas são elementos essenciais, afinal, é por meio delas que se dá a comunicação e demais formas de interação; e nesse livro, através de seus dez capítulos, professores dos diversos Campi do Instituto Federal do Pará (IFPA) trazem suas histórias, experiências e perspectivas para o ensino de espanhol como língua estrangeira (ELE) afim de integrar os alunos da instituição com a língua espanhola, para que o ensino desta língua desperte neles a sua identidade latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar a diversidade cultural na América Latina e Caribe, é entender o que o Édouard Glissant (2005) aponta que a partir de uma poética da diversidade e da relação, os vários elementos culturais se “crioulizam” no continente, formando um todo “imprevisível”. O Diverso é a indicação de que toda cultura é heterogênea e se forma no contato necessário e fundamental com outras culturas. Este Diverso na “Totalidade-mundo” é a perspectiva abordada pelo escritor martinicano de que “o mundo se criouliza” (Glissant, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, os fenômenos de crioulização são importantes pois permitem novas abordagens da dimensão cultural das humanidades no continente, isso passa pela recomposição da paisagem cultural existente. Para Glissant (2005), “a crioulização supõe que, os elementos culturais colocados em presença uns dos outros devam ser obrigatoriamente “equivalentes em valor”. (GLISSANT, 2005, p. 20-21).</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, Néstor Garcia Canclini (2008), traz a perspectiva do hibridismo cultural ocorrido nas Américas. Para o sociólogo argentino, a hibridez ocorre a muito tempo dentro de largos processos históricos de ocupação, emancipação e modernização. Para Canclini (2008) a América Latina passa por uma abrupta interpenetração e coexistência de culturas, advindas das mais variadas partes do mundo. Muitos processos de formação cultural ocorridos desde o século XVI dão conformação a uma “mesclagem cultural”. São elementos simbólicos e que fazem parte de toda a gama cultural dos países latino-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Teóricos como o cubano Fernando Ortiz e o uruguaio Ángel Rama (apud REIS, 2005, p. 465-488.) também apontam para a necessidade de pensar e entender os processos de diversidade cultural na América Latina a partir dos processos históricos, mas com foco ao “lugar” de onde sai a voz narrativa das identidades que constituem o continente americano. Portanto, a grande heterogeneidade cultural, também encontrada nos pressupostos teóricos do peruano Cornejo Polar (2000, 2003) deve ser levada em conta.        Pensar no ensino de idiomas, particularmente da língua espanhola, é preciso levar em conta que a língua faz parte de todo esse emaranhado de representações simbólicas e significação cultural que o próprio aprendizado do idioma traz consigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, os artigos em questão, abordarão desde aspectos conceituais e teóricos sobre a importância de se ensinar espanhol no ensino médio e a relação desse ensino com as políticas de internacionalização no IFPA. Vários artigos abordarão a relação do ensino-aprendizagem de línguas; seja pelo viés da Linguística Aplicada, no uso de tirinhas ou de projetos interdisciplinares; seja no ensino de línguas para fins específicos, como o caso do uso do teatro para o curso de Guia de Turismo ou até mesmo, o tão importante tema na atualidade, os usos das Tecnologias da informação e comunicação (TIC´S) nas aulas de ELE, incluindo uma experiência no atual cenário de pandemia de Covid-19 que passamos em 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro ainda traz um artigo que narra a história do ensino de espanhol no IFPA-Campus Belém e dois textos que refletem sobre o ensino de ELE voltados às práticas extensionistas: um demostrando o trabalho docente no ensino de espanhol como curso de extensão, o outro mostrando um projeto de extensão sendo executado como forma de auxiliar na aprendizagem em sala de aula, destacando os aspectos de identidade e cultura de um país, República Dominicana, por meio da música.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes textos, demostram que mesmo após a revogação da lei 11.161/2005, o ensino de espanhol no IFPA resiste as várias tentativas de acabar com o ensino da língua na Instituição, e resistimos porque somos América Latina, mesmo às vezes, esquecendo e não se identificando como tal e trazendo a hegemonia ibérica para a sala de aula, somos América Latina e ser América Latina é ter como o nosso norte, o Sul, porque somos <em>Un pueblo sin piernas, pero que camina</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma excelente leitura a todas e a todos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Flávio Reginaldo Pimentel<br />
Jairo da Silva e Silva<br />
Wellingson Valente dos Reis</p>
<p><em>Organizadores</em></p>
<div></div>
<h3></h3>
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		<title>Narrativas em quarentena: emergências do agora, incertezas do amanhã </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2020 00:06:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jairo da Silva e Silva (Organizador)<br />
Vários autores<br />
ISBN 978-65-991434-3-4<br />
DOI 10.36599/itac-ed1.012<br />
151 páginas<br />
Ano 2020</p>
<p><strong><em>BAIXAR GRATUITAMENTE EM ADQUIRIR</em></strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a esses dois infortúnios que nos assolam: o vírus e os vermes, em que pese a suspensão das aulas em todo o país, a Representação Discente do Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagens e Representações da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC (Ilhéus/BA) ratifica a consciência do compromisso social que justifica a existência da Universidade. Defende, portanto, que tal compromisso também enseja que os estudos acadêmicos contribuam, em diferentes dimensões, com ações de combate a todo tipo de mazelas impostas à sociedade.</p>
<p>É nessa condição, mais precisamente no vão entre a necessidade de suspender as atividades para preservar a vida e a consciência de que sempre é possível fazer algo por nós e pelos outros, que recorremos à literatura e formas outras de arte, e juntos, elaboramos esse documento histórico: uma coletânea de mensagens/análises sobre o hoje. Em um programa de pós-graduação como o nosso, que nunca se esquivou de pensar o contemporâneo, é certo que não poderíamos deixar de refletir a emergência desse acontecimento histórico. Por isso, tomamos a iniciativa de tecer a coletânea Narrativas em quarentena: emergências do agora, incertezas do amanhã. Na certeza de que:</p>
<p>Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito que um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos. (MELO NETO, 1994. p.345).</p>
<p>É que tecemos a escrita desta coletânea de trinta e um escritos que compõem as duas partes desta teia, formadas por dezoito textos na primeira e treze na segunda, tecidos por discentes das duas turmas [admitidas e admitidos nos anos 2019 e 2020] do Doutorado do PPGL/UESC. Por conseguinte, convidamos, as leitoras e os leitores a realizarem uma prazerosa incursão em Narrativas em quarentena: emergências do agora, incertezas do amanhã.</p>
<p>Intitulada de A vida, entre ensaios e um dedinho de prosa, sob a confluência da multi/inter/trans/indisciplinaridade dos estudos da linguagem (linguística e/ou literatura) com outras áreas de conhecimento, a primeira parte do livro nos presenteia com ensaios e dedinhos de prosa sob a forma de cartas, contos e crônicas. Os textos por nós escritos são, em alguns casos, mensagens de alento e de esperança para dias melhores, mas também não nos furtamos à arte que (re)interpreta a realidade pujante do agora, em meio às críticas ao caos social que se desenvolve no Brasil. Tentamos, por assim dizer, narrar sobre as emergências do agora e, talvez, pensar sobre as incertezas do amanhã.</p>
<p>Na mesma intensidade, a segunda parte da coletânea, A vida, entre o poético e a realidade, as mensagens de esperança por dias melhores, escritas/selecionadas no calor do momento, híbridas de testemunho e reflexão, nos chegam pelo fazer poético, como bálsamo à nossa alma, bem como convite a pensar criticamente sobre o hoje e o amanhã.</p>
<p>Enquanto o mundo científico procura a cura para a Covid-19, ou ainda, em se tratando de Brasil, “buscando – como todos – algo que nos explique como diabos chegamos até aqui” (DALCASTAGNÈ, 2018, p. 14), queremos que, em meio a essas procuras, esta coletânea, enquanto materialidade de nossa ciência [Ciências da Linguagem], se constitua como um encontro, bem tal qual disse o cronista na epígrafe que inaugura esta apresentação: “Façamos da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro! (SABINO, 1986. p. 145).</p>
<p>Propomos, portanto, um encontro sobre o agora, mas também, porventura, um olhar, quem sabe, sobre o futuro e a esperança por dias melhores, pois, como cantou Renato Russo: “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã/Mais uma vez, eu sei/Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã/Espera que o sol já vem” (RUSSO, 2003). Sim, resistiremos!</p>
<p style="text-align: right;">Desejo uma boa leitura a todas e a todos! Ah, e se possível for, fiquem em casa,</p>
<p style="text-align: right;">Jairo da Silva e Silva</p>
<p style="text-align: right;">Organizador</p>
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		<title>Diálogos fronteiriços: linguagens em perspectiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 21:49:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Maria D’Ajuda Alomba Ribeiro, Jairo da Silva e Silva, Gabriel Nascimento e Gisane Souza Santana.<br />
ISBN: 978-85-9535-160-8 (e-book/PDF)<br />
DOI 10.29327/510830<br />
Ano 2019</p>
<p>[download id="15503"]</p>
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]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Não são apenas a abrangência e extensão territorial que materializam a relação entre fronteiras e linguagens, e que inviabilizam a tentativa de dela nos servirmos para apresentar o presente livro. São também os diálogos fronteiriços em sentidos múltiplos, os quais refletem a linguagem em suas diversas perspectivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, convidamos as leitoras e os leitores a realizar uma desafiadora incursão pelos quinze capítulos que compõem as duas partes deste livro, formadas por sete textos na primeira e oito na segunda, os quais foram escritos por pesquisadoras e pesquisadores de várias regiões do Brasil. Ainda que de modo heterogêneo, as autoras e os autores se interligam a partir do desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão acerca do eixo temático <em>Diálogos</em> <em>fronteiriços:</em> <em>Linguagens</em> <em>em</em> <em>perspectivas</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira parte do livro prioriza os diálogos fronteiriços a partir da territorialidade, sob a confluência da multi/inter/trans/indisciplinaridade dos estudos da linguagem (linguística e/ou literatura). As pesquisas destacam, assim, nesse momento, como diretriz para as discussões apresentadas, as aproximações entre territórios e identificações, subjetividades, resistência e cultura, a partir da diversidade dos objetos de estudo e das abordagens realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, na tentativa de compreender o processo de construção identitária de um <em>ethos</em> que ao mesmo tempo em que é objeto de pertença de vários territórios, vive o conflito de não pertencer a lugar nenhum, o capítulo “A construção identitária do <em>ethos</em> fronteiriço na música ‘fronteira que não faz fronteira’ de José Mendes”, escrito por Elionai Mendes daSilva, procura, sob uma perspectivados estudos discursivos, averiguar a construção do <em>ethos</em> fronteiriço na referida música.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo capítulo, intitulado “Construções de tópico na fala culta e popular de Salvador: uma abordagem variacionista”, Lenilza Teodoro dos Santos Mendes realiza um estudo comparativo das <em>construções</em> de tópico do tipo <em>deslocamento</em> à esquerda de sujeito na fala culta e coloquial de Salvador. Para tanto, através de análise quantitativa e qualitativa, utiliza o aparato teórico-metodológico da Sociolinguística Variacionista, com ênfase na Variação Social do português brasileiro e Funcionalismo aliado à Pragmática.</p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro capítulo, “Impactos da formação intercultural no processo de insurgência indígena Tapuia”, de Tânia Ferreira Rezende e Eunice da Rocha Moraes Rodrigues-Tapuia, tem como ponto de partida as dinâmicas que constituem a identidade indígena Tapuia. Com base em produções e em narrativas dos(as) docentes Tapuias, sob uma perspectiva sociolinguística intercultural decolonial, as autoras discutem o processo de insurgência do povo e do português Tapuia, no contexto de políticas linguísticas e práticas de ensino fomentadas pela formação docente intercultural.</p>
<p style="text-align: justify;">No quarto capítulo, “Mulheres migrantes em região de fronteira: narrativas, opressão e sobrevivência”, Martha Julia Martins de Souza faz um recorte teórico e reflexivo acerca de um projeto de pesquisa seu, em andamento na Universidade Federal de Roraima (UFRR). Tal projeto visa pensar a desigualdade de gênero estrutural imposta a essas migrantes a partir de uma lógica colonial moderna que produz conhecimento, narrativas, estruturas e conceitos binários, excludentes, misóginos e racistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em “Pertencer e partilhar: diferentes formas de possuir”, quinto capítulo da primeira parte desta obra, a pesquisadora Laísa Tossin apresenta uma análise semântico-enunciativa de pronomes possessivos em Apinajé, Jarawara, Diyrbal e Português. Ao constatar a presença de um conjunto de predicados descritivos para a designação de pronomes possessivos que distinguem posse de propriedade, a autora nos convida a pensar sobre as diferentes concepções de pertencimento e de reconhecimento de si como integrante de um grupo ao elaborar uma reflexão sobre ter um nome, uma língua e um território.</p>
<p style="text-align: justify;">O sexto capítulo, “Reflexões sobre o empoderamento da memória através da língua”, escrito por Daniele da Silva Fernandes Rodrigues e Emerson Carvalho de Souza, propõe a língua como forma de empoderamento da memória coletiva de determinada comunidade, bem como a importância da conservação desse legado sócio-histórico. Para viabilizar essa relação, os autores priorizaram o cenário indígena da comunidade Malacacheta, por dois motivos principais: por ser a mais antiga das que compõem a Serra da Lua, no munícipio de Cantá, em Roraima, e principalmente pelos intensos processos de transformação cultural e perda sucessiva de sua língua materna. Os autores nos convidam a refletir a natureza efêmera da memória e como esta se contrasta com a tentativa de consolidação por meio das características linguísticas próprias do contexto escolhido.</p>
<p style="text-align: justify;">No sétimo capítulo desta primeira parte, em “Vozes negras na literatura latino-americana”, Francelina Barreto de Abreu analisa a construção do feminino no romance <em>O</em> <em>cortiço</em>, de Aluísio Azevedo e nos poemas <em>Me</em> <em>gritaron</em> <em>negra</em>, de Victória Santa Cruz, e <em>Negra</em> <em>soy</em>, de Mary Grueso Romero. Esse estudo comparativo possibilita-nos a compreensão da representação da mulher negra na literatura latino-americana, construída em períodos históricos diferentes, permitindo-nos tecer um olhar sobre a construção da memória da figura feminina ao longo do tempo, perpassando por temas polêmicos como preconceito, submissão, erotização do corpo feminino; mas como resposta, a resistência e empoderamento feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda parte do livro aborda os diálogos fronteiriços sob distintas perspectivas teórico-metodológicas dos estudos da linguagem e seus atravessamentos fronteiriços às áreas outras (tais como, o Cinema; o Discurso e linguagem jurídica; Educação de Jovens e Adultos; a Educação para as relações étnicos-raciais; o Livro didático; o Ensino de Português como Língua Estrangeira; e, Formação Continuada de Professores). Tematizam, assim, como questões em comum, os modos de realização e aspectos da linguagem, ou seja, a linguagem em suas múltiplas perspectivas.</p>
<p style="text-align: justify;">No oitavo e nono capítulo, o cinema e a literatura são os fios que conduzem os diálogos fronteiriços. Em “A coleção invisível: o processo de deslizamento sígnico como gerador de sentidos”, fundamentadas teoricamente nos estudos da Semiótica da Cultura, e na Teoria da Tradução Intersemiótica, as autoras Marlucia Mendes da Rocha e Carla Serafim investigam o processo tradutório e de construção das narrativas fílmicas <em>A</em> <em>Coleção</em> <em>Invisível</em>, o documentário <em>Os</em> <em>Magníficos</em>, de Bernard Attal, e o conto <em>A</em> <em>Coleção</em> <em>Invisível</em>, de Stefan Zweig. A investigação do processo criativo ocorre pelo processo de tradução sígnica, responsável pela construção de uma nova representação cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">O capítulo nono, intitulado “O filme-ensaio como bifurcação da linguagem na metaficção homoerótica do filme <em>Ilha</em>”, os autores Valéria Amim e Patrick Silva Cavalcante operam um diálogo fronteiriço entre o cinema, a filosofia e a literatura acerca do filme-ensaio, um gênero aberto, híbrido e indefinível, semelhante a um “enxame de abelhas bifurcando por todos os lados”.</p>
<p style="text-align: justify;">No décimo capítulo, “Da (in)acessibilidade do discurso e da linguagem jurídica: o caso das ementas jurisprudenciais”, Bougleux Bonjardim da Silva Carmo analisa a linguagem jurídica do gênero ementa jurisprudencial quanto ao vocabulário, de forma específica, na relação entre a linguagem e acessibilidade lexical como direito. Metodologicamente, o autor empregou categorias da Análise Crítica do Discurso referente à significação representacional e utilizoucomo ferramenta, o <em>software</em> <em>AntConc</em>, para um tratamento de caráter lexicológico de ementas que tratam de plágio disponíveis na <em>homepage</em> do Supremo Tribunal de Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cinco capítulos que encerram a segunda parte deste livro, por sua vez, têm como regularidade, a educação e, mais especificamente, o ensino. Laudineia de Souza Sartore e Maria D’Ajuda Alomba Ribeiro, no décimo primeiro capítulo, “A proficiência leitora na Educação de Jovens e Adultos”, discorrem sobre a aquisição da proficiência leitora na Educação de Jovens e Adultos, através da apropriação das etapas de leitura, enfatizando o papel do professor no processo de aquisição da leitura dos alunos da EJA. Além disso, analisam a aquisição da proficiência leitora através da apropriação das etapas da leitura, com foco na compreensão leitora, como mediadora da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Já por outro lado, no décimo segundo capítulo, “Construção da autenticidade na escrita e etnicidade negra: relações em comum?”, Fernando Porfirio Lima e Gabriel Nascimento analisam a concepção de autoria em relação à escrita produzida por pessoas negras recém-ingressadas na universidade pública. A ideia de autenticidade engloba a concepção de singularidade na escrita, ou seja, como as marcas do autor são impressas no texto. Essa discussão nos leva a reconhecer a importância da questão ética no processo deescritae direitos autorais no país. Os pesquisadores buscam reconhecer em quemedida a escrita por estudantes negros pode fornecer subsídios para afirmar a ideia de indícios de autoria como forma de fomentar práticas antirracistas.</p>
<p style="text-align: justify;">No décimo terceiro capítulo, “Os livros didáticos e a escrita de mulheres negras: como a representatividade marca o ensino de língua para jovens do ensino médio”, Verônica de Souza Santos pontua relevantes reflexões acerca do que coleções didáticas aprovadas pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD/2018) do Ministério da Educação apresentam acerca da presença/ausência da escrita de mulheres negras. O impacto desta (in)visibilidade permite identificar implicações no processo e de aprendizagem de estudantes que absorvem o conteúdo dessas coleções, ressaltando que uma parcela esmagadora é originária de regiões periféricas e o reforço de um ensino elitista, eurocêntrico e segregador, apaga a produção de grupos marginalizados, ocasionando efeitos devastadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no décimo quarto capítulo, intitulado “Os espaços enunciativos em capas da revista <em>Língua</em> <em>Portuguesa</em> como estratégia de ensino de Português como Língua Estrangeira”, de autoria de Maria D´Ajuda Alomba Ribeiro e Samara de Oliveira Santos, há uma reflexão sobre estratégias de ensinar o Português como Língua Estrangeira (PLE) a partir do gênero capa de revista. Assim, as autoras destacam a relevância do ensino-aprendizagem a partir da abordagem da multimodalidade e da promoção do letramento.</p>
<p style="text-align: justify;">No último texto que contempla esse livro eletrônico, “Proação e Parfor: uma análise crítico-reflexiva do fazer pedagógico do professor de ensino fundamental”, Amanda Santos Alves e Maria D’Ajuda Alomba Ribeiro discutem a relevância da formação continuada no fazer pedagógico do professor que atua na educação básica. As pesquisadoras escolhem como lócus de estudo o eixo Ilhéus/Itabuna, no estado da Bahia,  tendo como foco de investigação os professores participantes do <em>Programa</em> <em>de</em> <em>Formação</em> <em>de</em> <em>Professores</em> <em>em</em> <em>Atuação</em> <em>na</em> <em>Educação</em> <em>Básica</em> (Proação) e do <em>Programa</em> <em>Nacional</em> <em>de</em> <em>Formação</em> <em>de</em> <em>Professores</em> <em>da</em> <em>Educação</em> <em>Básica</em> (Parfor), ambos os cursos ofertados na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), direcionando, a partir dos programas formativos e dos docentes o seu olhar para a educação básica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão a este momento de apresentarmos o texto a vocês leitoras e leitores, destacamos, por fim, que todo o percurso trilhado é, por assim dizer, apenas uma parte no todo que formam os diálogos fronteiriços, priorizando a linguagem em suas múltiplas perspectivas. Assim, fazemos nossas as palavras de Roland Barthes, em seu ensaio “Aula”, alusivo à aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária do Collège de France, em 1978:</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 320px;">Gostaria, pois, que a fala e a escuta que aqui se trançarão fossem semelhantes às idas e vindas de uma criança que brinca em torno da mãe, dela se afasta e depois volta para trazer-lhe uma pedrinha, um fiozinhodelã, desenhandoassimao redorde umcentrocalmo toda uma área de jogo, no interior da qual a pedrinha ou a lã importam finalmente menos do que o dom cheio de zelo que deles se faz (BARTHES, 1978, p. 44)¹</p>
<p style="text-align: justify;">Que a fala e a escuta traçadas na tessitura de <em>Diálogos</em> <em>fronteiriços:</em> <em>Linguagens </em><em>em</em> <em>perspectivas</em>, possibilitem a outras leituras e abordagens possíveis, algo sempre admissível e necessário. Esperamos, portanto, que o presente livro, possa despertar e ampliar nas leitoras e nos leitores o interesse pela temática, bem como motivar novas discussões num diálogo aprofundado.</p>
<p style="text-align: right;">Desejamos uma boa leitura a todas/os!</p>
<p style="text-align: right;">Maria D’Ajuda Alomba Ribeiro (PPGLLR/UESC e PVNS/CAPES/PPGL/UFRR)<br />
Jairo da Silva e Silva (PPGLLR/UESC e IFPA)<br />
Gabriel Nascimento (USP e UFSB)<br />
Gisane Souza Santana (PPGLitCult/UFBA)<br />
<em>Organizador</em><em>@</em><em>s</em></p>
<p>__________________</p>
<p>¹ BARTHES, Roland. <em>Aula</em>. São Paulo: Cultrix, 1978.</p>
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		<item>
		<title>O recurso à internet no Brasil e sua influência na linguagem</title>
		<link>https://editoraitacaiunas.com.br/produto/o-recurso-a-internet-no-brasil-e-sua-influencia-na-linguagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Itacaiúnas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 17:55:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><strong>Giuliano Lombardi Assumpção</strong></div>
<div><strong>ISBN</strong>: 978-85-68154-79-3<br />
<strong>Ano de publicação</strong>: 2016</div>
<div><strong>Tamanho: </strong>14x21cm</div>
<div><strong>Formato:</strong> Papel</div>
<div>
<div><strong>Páginas:</strong> 28</div>
</div>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tema dessa pesquisa ao propor uma investigação sobre o uso de uma metodologia de estudo orientado usando informações que circulam na Internet irá analisar de que forma o uso desta ferramenta poderá contribuir para uma aprendizagem mais significativa e autônoma da linguagem formal no Brasil.. O objetivo principal aqui é demonstrar e analisar a formação de um arcabouço conceitual linguístico oriundo da expressão da linguagem formal na internet e estudar a influência destes novos conceitos, signos e linguagens sobre a conformação da língua portuguesa formal e informal. Dessa forma, pretendeu-se identificar as prováveis contribuições do uso da Internet no processo ensino e aprendizagem e conformação da linguagem, tornando-a mais significativa, ao mesmo tempo que poderá desenvolver processos mais autônomos nas atividades sociolinguísticas levando o aluno a assumir a responsabilidade pelo seu próprio aprendizado da língua formal. Chegando-se à conclusão que a utilização da Internet como instrumento de aprendizagem na disciplina de Língua Portuguesa leva a crer em uma nova dimensão qualitativa para o ensino da língua formal e informal, através da qual se coloca o ato educativo voltado para uma visão mais internacionalizada e colaborativa.</p>
<hr />
<h3 style="text-align: justify;">Sobre o autor</h3>
<p><strong>Giuliano Lombardi Assumpção </strong>é<strong> f</strong>ormado em Direito pela FUMEC.</p>
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