CARÍCIAS Maria de Fatima Delfina de Moraes Amor, carícias. Soberano silêncio no beijo que nos cala… ***
FELICIDADE
imagem Google FELICIDADE Maria de Fatima Delfina de Moraes Alegria na alma, paz no coração. Felicidade!
QUANTAS SAUDADES
QUANTAS SAUDADES Maria de Fatima Delfina de Moraes Ah, quantas saudades dos encontros ao entardecer, dos beijos à luz da lua e em teus braços adormecer… ***
FALANDO EM SILÊNCIO
imagem Google FALANDO EM SILÊNCIO Maria de Fatima Delfina de Moraes No silêncio de minha pena, rascunhados versos declaram amor, abrandam minha dor.
ENAMORO-ME
ENAMORO-ME Maria de Fatima Delfina de Moraes Enamoro-me do teu jeito sereno, dos olhares mais amenos ocultando as saudades de nós. Há súbito silêncio no devolver do sorriso, na doçura das palavras. Enamoro-me do jeito simples de viver. Enamoro-me de teu eu tão verdadeiro desejando um dia ter você.
AH, SE NÃO FOSSE…
AH, SE NÃO FOSSE… … essa tua vaidade a roubar-te a sensatez, talvez conjugássemos sonhos, talvez um amor infinito… Maria de Fatima Delfina de Moraes
RAIO DE SOL
RAIO DE SOL Maria de Fatima Delfina de Moraes Surgiu um raio de sol luz de amor em minha vida o mais belo girassol paixão intensa vivida.
BELEZA
Em meu jardim de margaridas nasceu um cravo somente veio celebrar a alegria de nosso amor pungente. Maria de Fatima Delfina de Moraes
Belém encharcada
De suas mangueiras gotejantes, Belém encharcada, aos seus céus de chumbo, pleno de chuva, nos agasalhamos no hermetismo contemplativo de nosso individualismo coletivo. Ensimesmados, sempre desconfiados, belenenses. O bem-te-vi tristonho canta solitário. Cinzento dia na metrópole. Vento morno, cheiro de asfalto molhado, chuva constante, pensamento distante. (Walter Rodrigues)
Poema “Foi assim” de Paulo André e Ruy Barata
Foi assim, Como um resto de sol no mar, Como os lenços da preamar, Nós chegamos ao fim. Foi assim, Quando a flor ao luar se deu, Quando o mundo era quase meu, Tu te foste de mim. “Volta, meu bem”, murmurei. “Volta, meu bem”, repeti. “Não há canção nos teus olhos, Nem amanhã nesse adeus!” Horas, dias, meses se passando E, nesse passar, uma ilusão guardei: Ver-te novamente na varanda, A voz sumida e quase em pranto, A murmurar “meu bem, voltei”. Hoje essa ilusão se fez em nada E a te beijar outra mulher eu vi, Vi no seu olhar envenenado, O mesmo olhar do meu passado e soube que te perdi. (Paulo André e Ruy Barata) Compartilho esses lindos versos dos poetas Paulo André e Ruy Barata. O poema “Foi assim” foi musicado, gravado em disco pela Polygran e interpretado pela cantora Fafá de Belém. E também foi trilha musical de novela e filme. ____________________ Imagem de kordula vahle por Pixabay Você pode se interessar também por DÈJÁ VU .
